Karenina Moreno apresenta trajetória de 24 anos na advocacia na disputa pelo Quinto Constitucional

Advogada formada pela Faculdade de Direito do Recife e mestre em Direito Privado pela UFPE destaca experiência no TJPE, atuação institucional e continuidade do escritório fundado pelo pai

A advogada Karenina Moreno é candidata à vaga destinada à advocacia no Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) pelo Quinto Constitucional. Com 24 anos de atuação profissional, ela apresenta uma trajetória construída na advocacia militante, na atividade institucional e na continuidade de uma história familiar ligada ao Direito.

Graduada pela Faculdade de Direito do Recife, Karenina possui mestrado em Direito Privado pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Sua experiência profissional começou ainda durante o estágio, no Tribunal Regional Federal, e posteriormente ganhou continuidade ao lado do pai, Vicente Moreno, e dos irmãos, também integrantes da área jurídica.

Uma carreira construída na prática da advocacia

Ao apresentar sua candidatura, Karenina destaca a experiência cotidiana no TJPE como um dos elementos centrais de sua trajetória.

São mais de duas décadas convivendo com processos, prazos, audiências, clientes e negociações, experiências que, segundo ela, não podem ser compreendidas apenas pela formação acadêmica.

A candidata afirma que esse percurso reforçou a necessidade de atualização permanente, responsabilidade, diálogo e respeito na relação entre advogados e instituições.

Continuidade de um legado familiar

A relação de Karenina com a advocacia também está ligada à história de sua família. O escritório fundado por seu pai passou a integrar sua trajetória profissional, e atualmente ela conduz a atividade dando continuidade ao trabalho construído ao longo dos anos.

Segundo a candidata, os valores que orientam essa caminhada incluem ética, honestidade, respeito e trabalho.

A presença do Direito na família também aparece na escolha profissional de seus irmãos, que seguiram o mesmo caminho.

Atuação institucional

Além da advocacia privada, Karenina possui participação em espaços institucionais da classe.

Ela integrou o Tribunal de Ética e Disciplina da OAB Pernambuco e participa do Instituto de Advogados de Pernambuco, onde preside a Comissão de Direito de Família e Sucessões.

A atuação nesses espaços se soma à experiência adquirida no exercício diário da advocacia e integra a trajetória que ela apresenta aos colegas neste processo de escolha.

Uma história que vai além do currículo

Ao falar sobre sua candidatura, Karenina também destaca aspectos pessoais que considera fundamentais para compreender sua trajetória.

A formação em Direito se desenvolveu paralelamente à família, à maternidade e ao balé, atividade que pratica desde a infância. Ela também menciona a chegada do filho depois de duas perdas gestacionais e a importância das pessoas que fizeram parte de sua caminhada.

Para a candidata, uma trajetória profissional não é formada apenas por títulos acadêmicos ou funções exercidas, mas também pelas experiências e pelos valores construídos ao longo da vida.

Independência e experiência no Quinto

Karenina afirma que apresenta seu nome ao Quinto Constitucional com independência e ética, defendendo o respeito às instituições e destacando o conhecimento adquirido diretamente na rotina da advocacia.

Sua candidatura é apresentada a partir da experiência de quem atua há 24 anos no TJPE e acompanha de perto as dificuldades e os desafios enfrentados pelos profissionais que militam diariamente no sistema de Justiça.

A candidata resume essa perspectiva em uma frase que passou a acompanhar sua apresentação ao processo: “Porque só quem advoga sente.”

Como funciona o Quinto Constitucional

A vaga destinada à advocacia no TJPE será preenchida pelo processo do Quinto Constitucional, previsto no artigo 94 da Constituição Federal.

A primeira etapa cabe à OAB Pernambuco, que escolherá seis nomes para formar a lista sêxtupla. Na sequência, o Tribunal de Justiça selecionará três candidatos, formando a lista tríplice. A escolha final será feita pelo Poder Executivo estadual, que nomeará um dos integrantes da lista para ocupar a vaga de desembargador ou desembargadora.

Foto: Divulgação

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