Procrastinação no Processo — O preço alto dessa estratégia
Por Pedro Henrique Reynaldo*
Procrastinar processo não é “estratégia”, é risco. O Código do Processo Civil
(CPC) é claro: usar recursos só para adiar o desfecho configura litigância de má-fé. E, na prática, isso só prejudica: atrasa a solução, aumenta custos, gera multas, juros, sucumbência e ainda coloca o cliente em posição mais vulnerável.
A verdade nua e crua?
Na imensa maioria dos casos, já dá pra prever quem vai ganhar e quem vai perder. O processo não é palco pra manobra, é instrumento pra resolver conflito — e quanto mais cedo, melhor.
Advogados e advogadas: alinhem com seus clientes, façam conta, analisem precedentes e evitem atrasos artificiais. O litígio moderno exige cooperação, eficiência e estratégia limpa.
*Pedro Henrique Reynaldo é advogado, ex-presidente da OAB/PE e sócio fundador do PHR Soluçōes Jurídicas.



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