Sergio Torres Teixeira é escolhido pelo presidente da República para o cargo de ministro do TST

Desembargador do TRT-6 passará por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal após indicação oficial

O presidente da República escolheu, nesta terça-feira (7), o desembargador Sergio Torres Teixeira, integrante do Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT-6), para assumir o cargo de ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Com a indicação oficializada, o magistrado pernambucano cumprirá as próximas etapas do rito constitucional, que incluem passar por uma sabatina técnica a ser realizada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal.

Trajetória na magistratura e atuação no tribunal trabalhista

Natural do Recife, o indicado possui carreira na área jurídica e acadêmica, acumulando experiência na magistratura do trabalho e em órgãos de assessoramento técnico do Poder Judiciário. A trajetória do magistrado é marcada pelos seguintes pontos:

  • Formação acadêmica: É bacharel em Direito e especialista em Direito Público e em Direito do Trabalho pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), além de possuir os títulos de mestre e doutor em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
  • Ingresso e ascensão: Atua como magistrado desde o ano de 1991, tendo sido promovido ao cargo de desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região no ano de 2013.
  • Cargos de gestão: Exerceu a função de vice-presidente do TRT-6 durante o biênio de 2023-2025.

Atividades em conselhos e projeção nacional

Além da atuação direta no tribunal regional, o desembargador desempenhou funções temporárias na corte superior e em comissões científicas voltadas ao aperfeiçoamento da Justiça do Trabalho.

O magistrado esteve convocado para atuar diretamente no Tribunal Superior do Trabalho no ano de 2021. Ele também integra o Comitê Científico da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (ENAMAT) desde 2022 e o Centro Nacional de Inteligência da Justiça do Trabalho (CNIJT) desde 2025. Recentemente, foi eleito para ocupar o cargo de presidente da Academia Brasileira de Direito do Trabalho no biênio correspondente aos anos de 2027 e 2028.

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