Candidato afirma que sua candidatura ao Quinto Constitucional nasceu da experiência acumulada na advocacia e defende uma atuação marcada por diálogo e responsabilidade
O advogado Jules Rimet Senna, candidato ao Quinto Constitucional do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), apresentou, em vídeo, os principais fundamentos que, segundo ele, motivaram sua candidatura à vaga destinada à advocacia.
Na mensagem, Senna afirma que sua trajetória profissional foi construída a partir de escolhas relacionadas ao exercício da advocacia, destacando dedicação, responsabilidade e respeito à Justiça.
Segundo o candidato, foram anos de trabalho, aprendizado e desafios, além da convivência com advogados e advogadas e com as diferentes demandas relacionadas ao exercício profissional.
Experiência a serviço da representação
Ao falar sobre sua candidatura, Jules Rimet Senna afirma que o Quinto Constitucional não representa, para ele, um ponto de chegada na carreira, mas uma oportunidade de colocar a experiência acumulada na advocacia a serviço de uma nova missão.
O candidato sustenta que representar a advocacia no Tribunal de Justiça significa levar para o Judiciário a perspectiva de quem conhece de perto os desafios enfrentados pela profissão.
Ele também associa essa representação às necessidades da sociedade e à defesa de uma Justiça que classifica como independente, acessível e comprometida com seus valores.
Diálogo e confiança
Senna afirma que sua candidatura é resultado de uma trajetória que, segundo ele, foi construída com trabalho, diálogo e compromisso.
Ao apresentar a forma como pretende conduzir a campanha, o candidato destaca a disposição para ouvir e dialogar com a advocacia.
“Representar a advocacia é, antes de tudo, honrar a confiança de cada advogado e de cada advogada”, afirma.
Ao final da mensagem, Jules Rimet Senna pede o apoio e a confiança dos integrantes da advocacia pernambucana para sua candidatura ao Quinto Constitucional.
Quinto Constitucional
Jules Rimet Senna é candidato à vaga de desembargador do Tribunal de Justiça de Pernambuco destinada à advocacia pelo Quinto Constitucional. O processo começa com a participação da OAB-PE, responsável pela formação de uma lista sêxtupla entre os candidatos. A relação é posteriormente encaminhada ao TJPE, que seleciona três nomes para compor a lista tríplice. A escolha final do novo desembargador ou desembargadora cabe ao chefe do Poder Executivo estadual, conforme as regras previstas para o preenchimento da vaga pelo Quinto Constitucional.
Foto: divulgação/Instagram


